segunda-feira, 25 de junho de 2012

Vida e obra de um fotógrafo

 


Nascido em 1944 Sebastião Salgado é um fotojornalista brasileiro conhecido mundialmente. Ele dedicou-se a fazer crónicas sobre a vida das pessoas excluídas, trabalho que resultou na publicação de dez livros e realização de várias exposições, tendo recebido vários prémios e homenagens na Europa e no continente americano.Formado em economia, trabalhou na Organização Internacional do Café em 1973. E trocou a economia pela fotografia.


Obras







Escolhi esta fotografia porque me causou um grande impacto logo à primeira vista. O sofrimento das pessoas que aparecem na fotografia é evidente porque vemos logo que estas pessoas estão em péssimas condições de sobrevivência e o pior é que são ainda crianças.A fotografia foi muito bem realizada. O fotógrafo ocupou o terço central da imagem com as duas crianças, que estão focadas; todo o resto da imagem está desfocado permitindo centrar a atenção nas figuras centraisTambém conseguimos perceber que todas as outras figuras são crianças que embora vivam em péssimas condições, continuam brincando.“Acredito que uma pessoa comum pode ajudar muito, não apenas doando bens materiais, mas participando, sendo parte das trocas de ideias, estando realmente preocupada sobre o que está acontecendo no mundo”“Mais do que nunca, sinto que a raça humana é somente uma. Há diferenças de cores, línguas, culturas e oportunidades, mas os sentimentos e reações das pessoas são semelhantes. Pessoas fogem das guerras para escapar da morte, migram para melhorar sua sorte, constroem novas vidas em terras estrangeiras, adaptam-se a situações extremas…”
“Espero que a pessoa que entre nas minhas exposições não seja a mesma ao sair.”
 Sebastião Salgado


Este é um tipo de fotografia que choca qualquer pessoa. Escolhi-a porque acho importante que as pessoas vejam como há seres humanos que sofrem muito, e por vezes reclamamos quando algo não corre bem, mesmo sem termos motivos tão incómodos para esse comportamento.O fotógrafo preocupou-se em centrar bem o motivo principal da fotografia que é a claramente a criança, aparentemente morta e desnutrida. A fotografia está a preto e branco, com luz diurna e bem equilibrada.Fontes de pesquisa:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sebasti%C3%A3o_Salgado
https://www.google.pt/search?hl=pt-PT&cp=11&gs_id=1c&xhr=t&q=sebasti%C3%A3o+salgado&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&biw=1600&bih=783&wrapid=tljp1340277077105020&um=1&ie=UTF-8&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi&ei=ZQHjT7jAB4Gg0QW60fydAw

Processo fotográfico de revelação de película e Impressão de prova de contacto


Revelação de película




Para carregar a película no tanque é preciso trabalhar em completa escuridão num laboratório fotográfico. Praticamos a carregar a espiral à luz natural com uma película velha antes de se arriscar com a película não revelada. Devemos praticar com os olhos abertos e depois com os olhos fechados. Devemos dispor todo o material de que precisa de modo a uma rápida localização. Retiramos o filme da cassete (em total escuridão), colocamos na espiral, colocamos a espiral com o filme no tanque de revelação e fechamos. Logo após, acendemos a luz branca, verificamos a temperatura do revelador (que deve estar a 20º), colocamos o revelador no tanque, agitamos, deitamos fora, colocamos no banho de paragem, agitamos, deitamos fora, colocamos o fixador, agitamos, deitamos fora, lavamos.
Lavamos e secamos bem a espiral antes de carregar a película – qualquer vestígio de humidade faz aderir a película. Devemos também tomar sempre atenção à temperatura que os líquidos devem estar para podermos revelar a película. Após passar pelo agente molhante, colocamos as pinças e penduramos para secar.



 


Provas de contato
Após revelar a película fotográfica devemos cortá-la de modo a não cortar as fotografias (em 6 tiras), depois de contadas pegamos numa folha (dentro do laboratório apenas com luz vermelha) com a superfície da folha para cima e colocamos as tiras de negativos sobre a folha, colocamos as películas cortadas em cima do papel, acendemos a luz branca por 5 segundos e apagamos a luz.
A seguir preparamos os líquidos (revelador, banho de paragem e fixador), e nesta mesma ordem deixamos o papel por um minuto no revelador, meio minuto no banho de paragem e pelo menos dois minutos no fixador, (nestas três etapas devemos agitar suavemente os líquidos quando estiverem agindo sobre a folha). As provas de contato são feitas para melhor visualização das fotografias que fizemos e assim escolhermos a fotografia a ser feita.
ATENÇÂO: devemos ter muito cuidado com o papel de revelação, ou seja, não convém colocarmos a mão sobre a superfície sensível do papel e também ter cuidado para não arranhar o papel com as pinças.


Fontes de pesquisa: documentos enviados pelo professor


quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Interpretar Gerard Castello Lopes

Com base nas imagens de Gerard Castello Lopes visitadas, propõe-se pelo professor aos alunos a realização de um projeto composto por um conjunto de fotografias a preto e branco. A ser escolhida uma fotografia do autor.


Gerard Castello Lopes

Tipo de fotografia: Urbana 
Área em que se inclui: Arquitetura
Descrição pormenorizada:
- A fotografia é composta por carros ao canto esquerdo da rua estacionados, uma pessoa na calçada ao canto direito da rua. Há uma bifurcação nesta rua assim também estando carros no fundo ao lado direito da fotografia estacionados onde também há uma pequena descida.
- A iluminação é natural diurna e está bem iluminada.
 Interpretação: é uma fotografia bem comum e transmite-me a sensação de rotina de uma cidade e tranquilidade pelo fato de não haver muitas pessoas a passar pela rua.

Composição da Imagem - Enquadramento

Neste exercicio cumeçamos por escolher um novo sitio para fazer uma nova fotografia tirada por nós , e fizemos varios enquadramentos com o mesmo tamanho da fotografia original utilizando o zoom.